DIAGNOSTICANDO A DOENÇA
Existem vários métodos para realizar o diagnóstico, sendo que todos apresentam suas limitações e podem revelar resultados falso-negativos. “O diagnóstico pode ser feito através de provas sorológicas, que visam à detecção da presença de anticorpos anti-leishamania; provas parasitológicas (citologia aspirativa, imunoistoquímica) em que verificamos a presença do parasita; e provas moleculares (PCR), comparando o DNA parasitário”, explica Nogueira.
Segundo o especialista, o importante é nunca confiar em apenas um exame positivo! “Estamos verificando em diversas cidades do interior do Estado de São Paulo uma “chacina” acentuada de Animais, sendo que muitos são mortos sem apresentar a doença”, alerta.
Essa chacina à qual o Dr. Fábio Nogueira se refere é reflexo de uma lei de vigilância sanitária, que obriga o sacrifício dos cães infectados. O Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral feito pelo Ministério da Saúde – que por sinal é muito antigo – visa ao tratamento gratuito da Leishmaniose humana, ao controle vetor inseto, através de inseticidas, e ao controle do reservatório domestico através da eutanásia dos cães soropositivos.
Entretanto, o programa que visa à eliminação de cães soropositivos apresenta menor suporte técnico-científico dentre as medidas, pelo fato de existirem vários pontos conflitantes.
Alguns destes pontos que podemos citar são: não há correlação espacial entre a incidência cumulativa de leishmaniose humana com a soroprevalência canina, ou seja, em muitas regiões onde ocorreram casos humanos, não existiam cães positivos; a grande velocidade em que a população canina é resposta – ninguém vai deixar de ter cão, e, a partir do momento em que a pessoa sacrifica seu animal, imediatamente ela preenche o vazio com outro, que vai ficar no mesmo meio exposto ao mesmo vetor; a baixa eficiência dos testes sorológicos utilizados em inquéritos epidemiológicos para detectar a doença canina; a demonstração de que outros reservatórios podem servir de fontes de infecção da doença; e a inexistência de um trabalho científico que demonstre vantagens na eliminação dos cães para o sucesso do programa”, aponta o doutorando na doença. Dr. Fábio Nogueira, professor da Faculdade de Medicina Veterinária de Andradina-SP.
Fonte: www.mistersaúdeanimal.com.br





Tinna é uma Fox Paulistinha de 03 anos. Esperta, sociável e elétrica, quando criança foi apelidada de "pilha duracel"! Sua energia nunca acaba, e Tinna esbanja felicidade para todos os lados. Linda, tem rabinho cotó, branca com machas pretas. Mora com seus humanos de estimação desde seus 2 meses de idade, e hoje, junto com Leonardo, administra o portal Nosso Mundo. Tinna é consciente acerca dos problemas que envolvem seus irmãos de patas e penas, e luta ontra o abandono e os maus tratos aos nossos animais. Se você gostou da Tinna e pensa como ela, acesse o nosso site e junte-se a nós.

