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Veterinária usa 'jipão' para fazer castração pelo interior de SP. Claudia Silveira Do G1, em São Paulo
Veterinária de SP viaja pelo interior do estado para castrar cães e gatos. Em casos de falta de estrutura, carro vira consultório itinerante.

Veterinárias atendem em escolinha desativada em São Francisco Xavier
Uma ação civil pública ajuizada pela Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (Anclivepa) na 3ª Vara Federal, em Belo Horizonte, questiona a política adotada pelo Ministério da Saúde de sacrificar todos os cães com resultados positivos para leishmaniose visceral. A eutanásia é determinada pela Portaria 1.426, de 11 de julho de 2008, que rege as ações desenvolvidas pela secretarias municipais de Saúde, inclusive a da capital mineira. Segundo especialistas, estudos científicos comprovam que os animais contaminados, se submetidos a tratamento, têm baixo poder de disseminação da doença.
Quando a decisão é sacrificar ou não um animal de estimação que esta doente, a polêmica é grande. Para esclarecer e explicar as verdades e mitos sobre a leishmaniose e seu tratamento, o médico veterinário e doutorando da USP (Universidade de São Paulo), André Fonseca ministrou uma palestra sobre o assunto no 3° Congresso de Medicina Veterinária no MS e suas Fronteiras - COMVET realizado na Universidade Católica Dom Bosco- UCDB. Segundo ele, nem todo o animal portador do vírus é transmissor. “Quando o cão apresenta o protozoário, deve ser feito um tratamento e acompanhamento para que os sintomas clínicos não evoluam e que ele não se torne também um transmissor”, explica Fonseca.
Sinteticamente, as razões que fundamentam o tratamento da leishmaniose visceral canina (LVC) são consistentes e de várias ordens, quais sejam: 1) técnica; 2) ética; e 3) jurídica.
Ordem técnica: o tratamento da LVC leva à cura clínica da doença, podendo a sorologia continuar positiva, o que apenas indica um prévio contato com o parasita, como acontece em outras doenças por protozoários, como na toxoplasmose e na doença de Chagas. Há um amplo arsenal de medicamentos que podem ser utilizados e o preço do tratamento, dependendo das drogas, é bem acessível. O receio de resistência medicamentosa é inerente no tratamento de qualquer doença infecciosa e não se justifica. O combate à LVC reside no controle do vetor. Se na dengue o controle do vetor é suficiente, por que para a LVC não é?
Ministério do Meio Ambiente do Brasil apoia a Declaração Universal de Bem-Estar Animal May 13, 2009
A campanha internacional pelo reconhecimento mundial do bem-estar animal junto à ONU ganhou um forte aliado hoje: o Ministério do Meio Ambiente (MMA), quando o ministro Carlos Minc assinou seu apoio por uma Declaração Universal de Bem-Estar Animal - DUBEA. O ministro Carlos Minc abriu a cerimônia de assinatura lembrando seu longo envolvimento com a causa da proteção animal e com a WSPA “desde as manifestações contra a farra do boi nas ruas do Rio, há muitos anos” até o seu apoio pela criação de uma Declaração Universal de Bem-Estar Animal, como propõe a WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal.
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