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1 mes atrás
spaike Léo esse site, está ENOURRR-ME! precisa destribuir mapa a todos rsrs Jul 29
spaike escreveu no mural de spaike
Ouláaaaaaaaaaa
Jul 29
Lain escreveu no mural de Leonardo
Linda foto mesmo, amor...
Jul 29
Lain added a photo on Lain awdwall
Meus meninos!
Jul 29
Lain wrote on Lain awdwall
Meus meninos lindos!!!
Jul 29
Portal Nosso Mundo criou um post no blog As loucuras da Tinna...

Olá pessoal!

Vocês conhecem a Tinna? Claro que sim, a Tinna é a administradora do portal junto comigo!

Fox Paulistinha, rabo cotó, elétrica como as Pilhas Duracell!

Resolvi abrir este post para apresentar à vocês a Titi como ela realmente é, hihihi....este vídeo é sobre as Loucuras da Tinna, quando ela conheceu as Ovelhas! Mas não fiquem pensando que são aquelas ovelhas que vivem na fazenda e que fazem "mééééééé"!

São ovelhas de mentirinha, hihih...mas que serviram para deixar a minha mana Titi doidinha!

BTW: eu também faço isso, sabem....não com ovelhas de mentira, é verdade, mas com a Estufa Elétrica que aquece as nossas noites geladas aqui do Sul! Eu e a Estufa tentamos resolver as nossas diferenças no grito ou melhor, no latido! Mas disso eu não tenho vídeo (ainda bem). ;)

 

Jul 15
3 meses atrás
Portal Nosso Mundo criou um post no blog LEISHMANIOSE: ONG CO...

13/05/2010

LEISHMANIOSE: ONG CONTESTA MINISTÉRIO DA SAÚDE


Mensagem de Vanice Orlandi, presidente da UIPA (http://www.uipa.org.br)


Prezados Associados e Colaboradores da UIPA, União Internacional Protetora dos Animais,


A UIPA ofereceu representação ao Ministério Público Federal, solicitando providências contra a matança de cães, como pretensa medida de controle da Leishmaniose.


Apresentando inúmeros argumentos e estudos, em um arrazoado de 63 laudas, a entidade contesta a tese defendida pelo Ministério da Saúde, que insiste em recomendar a morte de dezenas de milhares de cães, há décadas, sem respaldo científico algum, contra todas as evidências de que a eliminação de cães soropositivos em nada repercute na incidência da doença, que mantém-se elevada e em expansão pelo país, a despeito de toda a matança promovida.


Na oportunidade, a UIPA agradece à jornalista Regina Macedo, que colaborou na pesquisa de dados e seleção dos estudos apresentados.


Seguem alguns dos tópicos desenvolvidos na peça, elaborada pela presidente.


Em nome de pretensa medida de controle da Leishmaniose Visceral Americana ( LV), o Ministério da Saúde emprega a gravosa medida de eliminar a vida de dezenas de milhares de cães, sem ao menos conhecer a correlação entre a doença canina e a humana, a despeito da inexistência de estudos, ou experiências anteriores, que demonstrem a eficácia do método de eliminação de cães, ou que lhe dê algum suporte técnico-científico.


A elevação do número de casos da doença, que acarreta 2.700 (duas mil e setecentas) mortes anuais, e sua expansão pelo país, há mais de quatro décadas, denunciam a ineficiência da política baseada na matança de cães soropositivos.


Recente revisão sistemática solicitada pela OMS concluiu que o controle dos vetores e a vacinação de cães seriam mais eficazes do que o abate de cães, e que tal estratégia é cada vez mais debatida em razão da incidência da Leishmaniose humana manter-se elevada, inobstante a sua intensa aplicação.


A rapidez com que a população canina é reposta exige proporção e freqüência impraticáveis de eliminação de cães soropositivos.


O abate de cães ainda tem se prestado a disseminar a Leishmaniose, pois temendo pela vida de seus animais, muitos munícipes os conduzem a outros Municípios, ou os repõem com novos animais, colocados no mesmo espaço em que vivia o infectado, o que alastra a doença, torna a população canina mais jovem, implicando na maior suscetibilidade a diferentes doenças.


Em função dos imprecisos testes sorológicos, que chegam a acusar Leishmaniose em até 48% dos animais que não a possuem, dezenas de milhares de animais saudáveis são mortos.


Embasado em mais de 10 (dez) fatores, consultores da FUNASA recomendaram, em 2001, que a triagem sorológica de cães, seguida de eliminação, fosse suspensa.


O Ministério da Saúde desaprova a utilização das vacinas para as quais concedeu registro e autorização p ara a comercialização.


Ao não recomendar a prevenção da LV canina por vacina, e ainda vedar o seu tratamento, o Ministério da Saúde extingue caminhos alternativos à eutanásia, barra a resistência à sua aplicação, e a institui como a única alternativa possível ao controle da doença.


A eliminação de animais ainda se presta a desviar o verdadeiro foco da questão que é o combate ao vetor, o flebotomíneo responsável pela transmissão da doença. Segundo especialistas, a prioridade deveria ser dada ao controle de vetores, em vez da atual ênfase conferida ao controle de reservatórios caninos.


Outros reservatórios, provenientes de animais que vivem em proximidade com o homem no meio rural, podem ser fontes de infecção e atrair o mosquito, mas tal questão não recebe atenção alguma do órgão ministerial.


Embora a Leishmaniose seja uma doença diretamente relacionada à precariedade de condições sociais e sanitárias, o programa de controle da doença não abrange políticas públicas voltadas para a solução da grave desigualdade relativa a tais condições.


É ineficiente a promoção de medidas de vigilância e de educação em saúde.


Fatores relacionados à ausência de controle ambiental favorecem a proliferação da doença, mas não são atingidos pelo programa de controle da LV.


Inexiste razão para se vedar o tratamento canino com drogas de uso humano, uma vez que 100% dos tumores em cães, 80% das infe cções e muitas outras enfermidades que os acometem, são tratadas com medicamento de uso humano.


É infundada a inferência de que o tratamento dos cães com Leishmaniose importa em risco de indução à seleção de cepas resistentes aos medicamentos disponíveis para o tratamento de humanos, pois há mais de uma década já se constata refratariedade ao tratamento com as drogas disponíveis.


O Ministério da Saúde não segue as normas internacionais de consulta à comunidade científica, como denuncia o especialista em saúde pública tropical Carlos Henrique Nery Costa, ex-consultor daquele órgão.



A recomendação do Ministério da Saúde para que sejam eliminados os cães soropositivos, expedidas às cegas, sem respaldo técnico algum, deriva do fato de que sempre foi essa a política adotada.


Mata-se animais pelo só fato de que sempre matou-se.


As autoridades sanitárias ainda batem-se pela manutenção do caduco método recomendado pelo 6º Informe Técnico da Organização Mundial de Saúde, de 1973, que indicava a captura seguida de eliminação de cães errantes para o controle da população canina e das zoonoses, não obstante tal política ter sido declarada ineficaz e impraticável pela OMS, desde 1992, quando editou o 8º Informe Técnico.


A problemática questão da superpopulação canina decorreu da insistência em manter uma superada política de saúde pública.


Em muitos Estados e Municípios, o Ministér io Público e as entidades protetoras insurgiram-se contra a eliminação sistemática, que restou vedada por força de lei, de sentença, ou de celebração de TAC -termo de ajustamento de conduta-, sempre à revelia das autoridades sanitárias, que continuam a bater-se por sua aplicação.


O Poder Público prevê a possibilidade de infectação, e nada faz para impedi-la, omitindo-se de implantar procedimentos profiláticos eficazes, como o uso da coleira. Consente, dessa forma, na disseminação da doença canina para promover, ao final, a matança dos atingidos, conduta que desatende a obrigação, que lhe traçou a norma constitucional, de vedar as práticas que submetam animais à crueldade.


Saudações


Vanice T. Orlandi

Presidente
UIPA

Mai 16
Rosangela Nascimemto criou um post no blog A linguagem dos gato...


Ao contrário de nós, sejam os gatos turcos, aqueles italianos ou brasileiros, todos falam uma língua universal. Aprendi a falar com os gatos na Turquia e foi muito mais fácil me comunicar com eles, do que com os turcos, que não falavam inglês. Pelo resto do mundo, usei a língua aprendida, com variações, não de país para país, porém, conforme o nível de inteligência de cada gato.

Alegria – O gato exprime alegria com o rabo levantado e murmurando “palavras” que só o dono entende. Os olhos são o termômetro da alegria e o rosto muda de expressão quando eu chego em casa. Abanar o rabo não significa raiva, como dizem alguns. Significa que o gato está apreensivo, pensando no que deve fazer ou no que está dentro daquela caixa fechada.

Barriga arrastando no chão – O gato vai andando abaixadinho, com a barriga esfregando no chão. Pode significar caça à vista. Pode significar um ambiente novo. Então o gato se faz mais baixinho, para que os outros não o vejam. Todas as vezes que CICIO e MEMÉ se mudavam, MEMÉ chegava à nova casa e ia se arrastando cautelosamente, até ter certeza de que aquela era a sua nova casa. Os gatinhos que trago para casa, saem da gaiolinha se arrastando, na expectativa daquilo que encontrarão. E encontram 41 gatos bobões, que não fazem nenhuma objeção aos novos chegados.

Barriga para cima – É o gato mais feliz, seguro e tranqüilo deste mundo. Aliás, pessoas que dormem de barriga para cima, também demostram que são absolutamente seguras de si.

Corcova – Aquela corcova, igual a um camelo, é para parecer maior, impondo medo aos inimigos. Da mesma maneira, os pêlos arrepiados dão um ar de temor, que pode fazer os inimigos recuarem ou vacilarem o suficiente para permitir uma escapada.

Em pé – Gatos têm grande facilidade para ficar em pé, embora não consigam, ainda, caminhar sobre duas patas, como nós, os macacos e os ursos. Entretanto, as mutações se encarregarão de criar, mais cedo ou mais tarde, o gato bípede. Mesmo gatos gordos e adultos, como UMI, ficam em pé, com grande facilidade, quando chega a papa. E por quê? Para ficarem maiores e serem notados por você, senão você pode se esquecer de dar a comida deles. Como se isso fosse possível!

Enterrar a comida – “Nunca mais quero comer isto!” - pensa o gato, enquanto tenta enterrar a comida, arranhando o pavimento. Pior é quando estão comendo no jardim e um dos gatos não quer mais comer e enterra, realmente, a comida que os outros ainda não comeram. Na realidade, é apenas uma encenação. Retire o pratinho e o apresente, logo em seguida, com a comida revirada, que o gato cai em cima e até lambe o pratinho.
Por outro lado, quando o gato começa a comer, e em um dado momento pára, olha para você e diz: “Miau” e volta a comer. Isto quer dizer: “A comida está ótima, cozinhe sempre desta maneira!”

Mordidinhas – Enquanto o gato dá um banho em você, pode dar mordidinhas. Significa: “Como você está sujo. Deve ser punido por tamanho relaxamento. Não ouse interromper o banho que estou dando!”

Olhos fechados – “Estou ignorando a sua presença.”

Orelhas – Orelhas para cima: “Atenção!” Orelhas para trás: “Não estou gostando disto.” Orelhas grudadas na cabeça: “Estou pronto para a briga.” E por quê grudar as orelhas na cabeça? Porque se o rival lhe der uma patada, não atingirá tão importante órgão.

Pinotes – Quando você vai acariciar seu gato, muitas vezes ele se levanta até a sua mão, para receber mais rápido a sua carícia, com os olhinhos fechados. Outra forma de afeto é quando dá uma cabeçadinha na sua mão, o que pode fazer você entornar uma xícara de chá. Mas é o preço do amor.

Pisar no pé – Por que alguns gatos têm o hábito de pisar no pé do dono? Elementar: para que o dono nunca mais se afaste dele.É uma prova de amor.

Rabo – Rabo levantado significa alegria. Rabo balançando não significa raiva, significa apreensão. O gato balança o rabo quando está diante do inimigo, ou quando está doido para saber o que você tem naquela misteriosa caixa. Gatos de rabo peludo, jamais os têm levantados. Talvez para não serem confundidos com algum perigoso tamanduá.

Rebolar – Significa ar suspeito. Quando o gato rouba comida do pratinho do outro, chega rebolando, igual a um rato e fica meio vesgo. É o ar de culpa do pecador.

Voz – “Meu gato só falta falar…” Não é verdade, eles “falam”, sim. Gatos usam sons diversos, em freqüências diversas, para expressar o que pensam ou o que querem. Os gatos têm as manifestações vocais acompanhadas de expressões faciais idênticas às nossas. Expressões de felicidade, de descontentamento, de repreensão, etc.

Fonte: Rocky Gadelha - Biólogo

http://novohamburgo.org/blogs/bichos/?page_id=216


Mai 15
Rosangela Nascimemto criou um post no blog Uma linda estoria de...

UM GATO FRANCÊS

Recentemente meu marido e eu viajamos pela Europa. Alugamos um carro e guiamos por estradas secundárias e nos hospedamos em estalagens fora do comum. A única coisa que desviava minha atenção da maravilhosa viagem era a saudade que sentia de Perry, nosso gato. Eu sempre sinto saudades dele quando viajamos, mas desta vez, porque a viagem era mais longa, o sentimento tornou-se mais e mais intenso. Cada gato que via, a saudade aumentava.

Uma manhã estávamos no alto das montanhas da França, colocando as malas no carro antes de retomar nossa viagem, quando um casal caminhou até um carro estacionado perto do nosso. A mulher segurava um grande gato Siames e conversava com ele em francês.

Fiquei a observá-los, incapaz de desviar o olhar. Minha vontade de ter Perry por perto deve ter se estampado em meu rosto. A mulher deu-me uma olhada, virou-se para falar a seu marido e então falou com seu gato. Repentinamente andou em minha direção e, sem pronunciar uma só palavra, me entregou seu gato.

Eu imediatamente abri meus braços. Cauteloso no colo de um estranho, ele estendeu suas garras, mas só por alguns segundos. Então retraiu-as, se acomodando em meu abraço e começou a ronronar. Acariciei seu pelo macio enquanto o balançava suavemente. Então, ainda maravilhada, eu o devolvi à mulher.

Sorri para eles em agradecimento, e lágrimas molharam meus olhos. A mulher tinha percebido minha necessidade de segurar seu gato, o gato tinha percebido que podia confiar em mim, e ambos, me deram um belo presente de bondade, tinham agido conforme seus sentimentos.

É reconfortante saber que a linguagem dos amantes de animais (e dos animais), é a mesma em todo o mundo.

Jean Brody

Enviado por: Cida Sousa http://www.blocosonline.com.br/sites_pessoais/sites/lm/leg/legpro12.htm

Mai 14

 

Bem vindo!

 

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